Aliás, não é nada incomum acontecer. Sempre tem aquele aluno que faz a matrícula informando que sabe tudo sobre Aikido, leu todos os livros, viu todos os vídeos e sabe tudo a respeito da biografia de vários grandes mestres. Ele faz o pacote semestral do plano de treinos diários, compra um dogi, providencia um jogo de armas, assiste todos os treinos da semana inteira e... desaparece!  Ninguém nunca mais vê a pessoa...

Comments (4)

On 2 de julho de 2010 09:38 , Lúcia disse...

Olá!

Aqui é a Lúcia, de novo. Fiquei um tempinho sem acessar seu blog, o fim do semestre foi muito corrido em todas as áreas da minha vida... Mas qual não foi minha surpresa ao abrir sua página e encontrá-la recheada de novidades!

Adorei o vídeo do post anterior, e concordo com tudo que você comentou... Este daqui também é uma grande verdade. O que fazer nesses casos né? Como meu mestre dizia, cada cada... Cada pessoa tem seu caminho, às vezes ao entrar no dojo a pessoa percebe que não é bem por aí, né?

Um grande abraço de uma admiradora,

Lúcia

 
On 3 de julho de 2010 17:18 , MikMary disse...

Olá Soraya,

já presenciei muitas histórias semelhantes.
Acho que pensam que o aikido é algo que se aprende em pouco tempo e que é livre de complexidade.
No entanto, quando se apercebem da realidade, desistem.

Um abraço
MikMary

 
On 5 de julho de 2010 15:21 , Soraya disse...

Olá, MikMary!

É verdade, sempre acontece, não? Mas eu penso que é normal, acho bem curioso. Quando se entra em um dojo, se entra em outro mundo e nem toda as pessoas gostam ou se sentem praparadas para isso, não é?

Abraço!

Soraya

 
On 5 de julho de 2010 15:37 , Soraya disse...

Oi, Lucia!

Que bom vê-la por aqui de novo. Seus comentários sempre são uma continuação dos posts, adoro. Como falei para MikMary, eu penso que um dojo é um mundo a parte. Acontece de alguém que lê a respeito, vê vídeos e pesquisa a respeito esperar algo místico e não imaginar que, para entrar nele, é preciso também realizar o mais básico e simples: treinar. E a gente sabe que o treino, no início, é muito difícil, não? Quando lembro como era e como EU era, dou boas risadas.

Abraço!

Soraya